blog do eu ninguém

Política, filmes, música, livros e tudo que se trata da minha mente perturbada.

Há muito tempo, eu tenho escrito sozinho, para as quatro paredes do meu quarto, sendo completamente egoísta com meus pensamentos, e, há algum tempo atrás, fazendo alguma busca aleatória sobre a banda Mazzy Star, mais especificamente sobre a cantora Hope Sandoval, eu encontrei um blog de um cara, mais velho que eu e provavelmente mais inteligente, cujo as habilidades de escrita superam as minhas por muito, e fiquei fascinado pelo jeito que ele me guiava através das experiências externas e internas na sua vida, e acho que isso ficou na parte de trás da minha cabeça (in the back of my mind), até que hoje, eu decidi que seria uma boa ideia me expor mais, mesmo que ninguém nunca saiba disso ou leia esse blog, vai ser como uma terapia.

Acho que com essa introdução deu para entender o nome do site, que não é assim tão significativo, e leva como inspiração o terceiro albúm de estúdio (ou disco, como eu prefiro falar) dos Los Hermanos, “O bloco do eu sozinho”, que para não ficar tão cópia assim, eu preferi utilizar ninguém ao invés de sozinho, até por que o intuito desse blog não é divulgar um personagem, mas sim as intrinsecidades (essa palavra existe, eu pesquisei) da minha personalidade, sem por um rosto á figura.

Esse parágrafo eu dedico para alguém que não sou eu (Até por que, eu no futuro não serei mais o eu atual, mr. smarty-pants). Você provavelmente chegou aqui de duas maneiras, ou eu te dei acesso ao blog, o que significa que eu te considero uma pessoa legal o suficiente para compartilhar minhas ideias idiotas. HOORAY! Ou você chegou aqui pelo nosso querido Google, que está beirando a extinção causada pelo predador chatgpt (Assim como eu). Falando em Google alias, quem lembra do antigo site do nosso amigo hein, lá de 2006.

Oh how I loved this shit.

Me dá um sentimento de nostalgia incrível ver essas letrinhas, pensar que eu tinha 4 anos e mal sabia o quão drogado de Google eu me tornaria um dia. As vezes eu penso, o que seria de mim se eu não tivesse o Google… o que seria da minha inteligência? Eu sinto que 80% das coisas que eu sei vieram do Google, e que este sitezinho cresceu comigo, side by side. Eu talvez fosse a tal geração Google. Tanta informação nunca teria tido tão fácil acesso assim na história da humanidade, e eu sou eternamente grato. Entre Yahoos e Bings, nenhum é igual o Google.

Mas, deixando de lado minha nostalgia sem sentido, deixa eu falar mais daquilo que eu espero deste blog, ou seja, nada. Não espero nada além de que eu me sinta livre de verdade, e que eu consiga expressar toda e qualquer ideia, por mais estúpida que ela seja, seja ela uma crítica, uma vontade, uma lembrança, uma mulher (que frequentemente costuma ser uma ideia mais do que uma entidade concreta). Eu quero me expressar. Dentro disso eu com certeza incluirei alguns ritos tirados da minha cabeça. Vou tentar parar de ser cínico e me levar mais á sério, eu estava prestes a me adjetivar com a palavra “idiota”, mas por quê? Talvez eu tenha sim a capacidade de criar “algo que signifique “algo“, e se eu não conseguir atualmente, pelo menos sei que estou no caminho, tentando.

Então talvez eu encerre nesta palavra, “tentando”, isso resume bem os porquês deste blog. É uma tentativa. Tentarei ser, criar, expor, falar, ou morrerei tentando.

Posted in

Deixe um comentário